• Nathalia Monteiro

Internacionalização empresarial: vantagens e desafios


Recentemente, muitas são as empresas brasileiras que estão no processo de expansão de seus negócios mundo afora. A internacionalização privada tem crescido devido à diversos fatores, como a possibilidade de aumento de lucro, a criação de uma marca consolidada globalmente, diversificação de riscos, sazonalidade e até mesmo escapatória da volatilidade do mercado doméstico. Mas afinal, o que caracteriza esse processo, quais são os benefícios e as dificuldades?


O que é?


Internacionalizar uma companhia é, na verdade, um processo de diferentes fases da atuação empresarial transfronteiriça e que resulta em uma integração global e até mesmo no estabelecimento de uma referência mundial de ocupação de nicho. Isso quer dizer que há distintas etapas de projeção internacional, da exportação de produtos à produção em larga escala em território estrangeiro.


Vantagens?


  1. De cara, a primeira vantagem em transnacionalizar uma empresa é a exploração de novos mercados, sejam eles os mesmos que os nacionais, um novo nicho ou até mesmo o domínio de zonas de sazonalidade.


  1. Outro ponto extremamente sedutor é a diminuição de custos que pode ocorrer por duas vias: a da exportação, - a qual o empreendedor pode obter um aporte de capital do governo, uma espécie de incentivo financeiro aliada à diminuição tributária -, ou pela competitividade produtiva em regiões geográficas distintas, países que buscam geradores de emprego e oferecem boas condições de produção para atraí-los.


Como prosseguir?


O primeiro passo a ser dado é, obrigatoriamente, um estudo profundo do mercado potencial. É preciso ter em mente como é concorrência e testar as possibilidades com avaliações e protótipos. Logo em seguida, tendo já em mãos o ítem anterior, compreender a própria capacidade produtiva para satisfazer o que será proposto e assentar-se nesse novo mercado. Após tal, é hora de adequar-se aos requisitos do país escolhido, seguir a risca a legislação e entender possíveis barreiras tarifárias. E, por fim, desenvolver a estratégia de comercialização.

Esse último passo pode ser mais desafiador do que se pensa, pois é ele que realmente definirá o sucesso e o domínio da atividade empresarial, e, diferentemente do que se propõe o senso comum, não é apenas o departamento “relações externas” que garantirá a internacionalização, mas sim a ação conjunta de toda a empresa.


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